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Perimenopausa · 5 MIN DE LEITURA

Ossos, menopausa e o tempo que não se vê

Massa óssea muda com estrogênio, idade e hábitos — sem susto vazio.

STRAW+10 descreve a transição para a menopausa por ciclos e sintomas, não por um teste único. Perimenopausa pode durar anos, com intervalos irregulares.

Estrogênio ajuda a manter osso. Depois da menopausa a perda acelera. Densitometria entra em faixas etárias e em quem teve menopausa precoce ou fraturas.

Cálcio vem da comida primeiro. Vitamina D, sol com cuidado e movimento com impacto leve também entram. Suplemento é decisão clínica, não moda.

Tabagismo, baixo peso, uso prolongado de corticoides e imobilidade podem elevar o risco de fratura. Esta versão não inclui o cálculo FRAX; a avaliação considera esses fatores junto à idade e ao histórico clínico.

Fogachos, sono ruim e humor instável são comuns e merecem escuta. Tratamento hormonal tem indicações e contraindicações; não se inicia por conta própria.

Seu tempo na transição não precisa parecer o da vizinha. Registrar ciclos irregulares já é informação útil.

Histórico de fratura após queda leve, uso prolongado de corticoide e menopausa antes dos 45 anos são informações úteis para discutir risco ósseo. A necessidade de densitometria depende do conjunto de fatores, não de um sintoma isolado.

Fontes para continuar

Estas referências sustentam as informações apresentadas. Recomendações podem mudar com novas evidências e políticas públicas.