Ossos, menopausa e o tempo que não se vê
Massa óssea muda com estrogênio, idade e hábitos — sem susto vazio.
STRAW+10 descreve a transição para a menopausa por ciclos e sintomas, não por um teste único. Perimenopausa pode durar anos, com intervalos irregulares.
Estrogênio ajuda a manter osso. Depois da menopausa a perda acelera. Densitometria entra em faixas etárias e em quem teve menopausa precoce ou fraturas.
Cálcio vem da comida primeiro. Vitamina D, sol com cuidado e movimento com impacto leve também entram. Suplemento é decisão clínica, não moda.
Tabagismo, baixo peso, uso prolongado de corticoides e imobilidade podem elevar o risco de fratura. Esta versão não inclui o cálculo FRAX; a avaliação considera esses fatores junto à idade e ao histórico clínico.
Fogachos, sono ruim e humor instável são comuns e merecem escuta. Tratamento hormonal tem indicações e contraindicações; não se inicia por conta própria.
Seu tempo na transição não precisa parecer o da vizinha. Registrar ciclos irregulares já é informação útil.
Histórico de fratura após queda leve, uso prolongado de corticoide e menopausa antes dos 45 anos são informações úteis para discutir risco ósseo. A necessidade de densitometria depende do conjunto de fatores, não de um sintoma isolado.
Fontes para continuar
Estas referências sustentam as informações apresentadas. Recomendações podem mudar com novas evidências e políticas públicas.
- STRAW+10 staging system ↗ — North American Menopause Society et al., 2012
- Osteoporose ↗ — Ministério da Saúde, 2024